Comercio online é ideal para empreendedores iniciantes e exige cuidados

porJoLopes

Comercio online é ideal para empreendedores iniciantes e exige cuidados

Além da possibilidade de vendas em um limite geográfico maior que os pontos físicos, o empreendedor pode organizar seu tempo para gerir o negócio

O mercado virtual amplia a oferta de produtos e serviços, além de garantir mais facilidade, agilidade e segurança na hora de realizar uma transação. De acordo com os indicadores da operadora Mastercard, houve um aumento de 29% nas vendas do e-ecommerce nacional ao longo do mês de abril de 2017 no comparativo com o ano passado.

Começar uma atividade comercial na internet é o ideal para empreendedores iniciantes devido à simplicidade e baixo investimento, já que não precisa essencialmente de um ponto físico, como aponta o contador da Rui Cadete Consultores, Daniel Carvalho. Além da possibilidade de vendas em um limite geográfico maior que os pontos físicos, o empreendedor pode organizar seu tempo da forma mais apropriada para gerir o seu negócio e fazê-lo de qualquer lugar do mundo.

Para iniciar um negócio na internet, no entanto, é importante saber em qual plataforma online se encaixa melhor. Porém, independente do sistema, todos os produtos vendidos por meio de comércio virtual devem ter emissão de nota fiscal eletrônico, alerta o contador Daniel Carvalho. As redes sociais, por exemplo, são muito utilizadas para o e-commerce, e surgem como forma de captar diretamente os clientes que tenham interesse naquilo que você vende.

O empreendedor também pode se associar às Marketplaces, ou seja, lojas que já têm um nome consolidado e que, a partir de uma porcentagem no valor de vendas, pode comercializar seus artigos, a exemplos das Lojas Americanas e Extra.com, referências em e-commerce. Ou ainda pode criar a própria loja virtual em plataformas Customer to Costumer, como OLX ou Mercado Livre, em que as vendas acontecem entre pessoas físicas.

Daniel Carvalho explica que, mesmo sendo mais prático criar uma loja virtual, é importante ficar atento às legislações tributárias específicas para esse tipo de transação. “A forma de envio entre estados tem um regimento específico, o Protocolo ICMS 21/11, publicado em 2011. Esse protocolo define que o Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) deve ser dividido entre o estado do vendedor e do comprador”, observa.

O contador ressalta ainda que é proibida a comercialização de produtos sem as notas fiscais eletrônicas, de acordo com a Portaria CAT- 162, de 2008. Para isso, é necessário que a empresa compre o certificado digital e faça uso do sistema estadual de emissão. Todas essas ações vão possibilitar mais segurança para o comprador e também para o vendedor.

Natal, 19 de junho de 2017.

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