Liquigás e Petrobras Biocombustível promovem campanha para auxiliar reciclagem de óleo de cozinha no RN

A Liquigás Distribuidora e a Petrobras Biocombustível têm promovido uma campanha de coleta de óleo e gorduras residuais (OGR) nas residências de Natal e região metropolitana. Todo o óleo coletado será utilizado como matéria-prima para a produção de biodiesel na Usina de Guamaré, que teve a licença de operação publicada no Diário Oficial da União no dia 13/02. Essa parceria, que tem entre os objetivos evitar o descarte inadequado desse tipo de resíduo no meio ambiente e estimular sua reciclagem, foi um dos temas da audiência que reuniu, na última sexta-feira (20/2), o presidente da Petrobras Biocombustível, Alberto Fontes, e o governador do estado, Robinson Faria.  

Ao todo, 33 revendedores autorizados Liquigás estarão envolvidos na campanha e poderão atender em média 90 mil famílias por mês. Além de Natal, as cidades de Macaíba, São Gonçalo do Amarante, Extremoz e Parnamirim também participarão do programa.

Nas futuras trocas de botijões de gás, as revendas participantes entregarão gratuitamente aos clientes da Liquigás interessados em participar da campanha um funil ecológico e folhetos explicativos sobre as vantagens ambientais da reciclagem do óleo de cozinha.

Para participar, o consumidor deve depositar o óleo residual de frituras de alimentos, após resfriado, dentro de uma garrafa PET ou em qualquer recipiente descartável com tampa e armazená-lo em um local livre de exposição ao sol ou outra fonte de calor. A retirada do óleo será realizada na próxima visita de um entregador da Liquigás.

O gerente da Usina de Biodiesel de Guamaré, Ulisses da Costa Soares, explica que o óleo de cozinha descartado inadequadamente acaba poluindo os mananciais de água. “Estamos implantando um projeto piloto a fim de mobilizar a população do estado para o descarte adequado de óleos e gorduras residuais de frituras. Na Petrobras Biocombustível, esse resíduo será transformado em biodiesel e devolvido para a sociedade como combustível”, destaca.

Além da contaminação da água, o óleo descartado incorretamente também permanece retido no encanamento das residências e nas redes públicas de coleta de esgoto, causando o entupimento das tubulações e o aumento no custo do tratamento dos efluentes. No solo, esse tipo de resíduo, ao entrar em decomposição, libera gás metano, mais danoso à atmosfera que o CO2, causando mau cheiro e agravamento do efeito estufa.

Segundo o gerente de Mercado Envasado Nordeste I e coordenador do projeto na Liquigás, Antônio Luis Levantino, o projeto está totalmente alinhado às políticas de Responsabilidade Social e Ambiental da Liquigás e do Sistema Petrobras: “Esse é um projeto que tem como objetivo reduzir o impacto causado pelo descarte inadequado do óleo de cozinha, transformando-o em matéria prima sustentável para a produção de biocombustível.”

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