14 de janeiro de 2016

Natal realiza Dia D da Campanha Antirrábica neste sábado

A Secretaria Municipal de Saúde, por meio do Departamento de Vigilância em Saúde (DVS) e o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), realiza o Dia “D” da Campanha de Vacinação Antirrábica 2015 para cães e gatos a partir a partir dos três meses de idade, no próximo sábado, dia 16 de janeiro, das 7h às 13h.

A abertura do Dia “D” será às 8h na sede do Centro de Controle de Zoonoses e terá a participação do secretário municipal de saúde, Luiz Roberto Fonseca, do chefe do CCZ, Alessandre Medeiros, do gerente do Distrito Sanitário Norte II, Aldair Bezerra, da diretora do Departamento de Vigilância em Saúde, Juliana Araújo, diretores de unidades de saúde e profissionais de saúde.
Segundo o diretor do Centro de Controle de Zoonoses, Alessandre Medeiros, a estrutura do Dia “D”, é composta por 159 postos fixos, 667 servidores, dentre eles coordenadores, supervisores, veterinários, motoristas, digitadores, socorristas, auxiliares de serviços gerais, sendo 318 vacinadores. A expectativa é vacinar aproximadamente 90.675 cães e 40.107 gatos, totalizando 130.782 animais.
Úrsula Torres, gerente técnica do CCZ, explica que a vacinação antirrábica de cães e gatos é a mais importante das medidas de controle da raiva, pois na cadeia epidemiológica esses animais são os mais importantes transmissores do vírus rábico para o homem e que tal medida diminui o número de animais susceptíveis.
Iniciado em 16 de novembro de 2015, em Natal, a campanha de vacinação teve como estratégia quatro formas de ação: postos itinerantes, agendamento de vacina domiciliar (a partir de três animais) e agendamento de condomínios (a partir de três animais). A campanha segue até 29 de janeiro de 2016.
A meta para este ano é imunizar pelo menos 90% população canina em Natal. O Centro de Controle de Zoonoses disponibiliza o telefone 3232-9788 para agendamentos de acumuladores de animais e para os condomínios.
Raiva – A principal via de transmissão da Raiva (Hidrofobia) é o contato com a saliva contaminada de um animal doente, mais comumente através de lesão da pele do indivíduo, uma vez que o vírus não penetra pela pele íntegra. O modo mais comum de transmissão é a mordedura, mas o contato do vírus com soluções de descontinuidade da pele ou com membranas nasal, bucal ou ocular também são importantes.
Este ano, em Natal foram notificados dois casos de raiva em quirópteros (morcegos), especificamente nos bairros de Capim Macio e Igapó, localizados no Distritos Sanitário Sul e no Distrito Norte do Município, respectivamente.
Dentre os diversos reservatórios, os quirópteros listam como os principais transmissores da Raiva no Brasil. Morcegos não hematófagos também devem ser considerados pela sua crescente participação no chamado ciclo aéreo da Raiva. Esses animais estão cada vez mais domiciliados e convivem diariamente com o homem e consequentemente com seus animais de estimação, cães e gatos que estão expostos ao risco e contraírem a doença.

 

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